Rejeições fiscais
Rejeição 843: confira a combinação entre tipo e espécie do veículo na NF-e
Se a NF-e retornou 843, examine juntos o tipo e a espécie do veículo informado no item. Dois códigos podem existir separadamente e, ainda assim, formar uma combinação incompatível com a tabela fiscal. A correção exige identificar qual informação não representa o veículo real, em vez de procurar um par qualquer que…
Se a NF-e retornou 843, examine juntos o tipo e a espécie do veículo informado no item. Dois códigos podem existir separadamente e, ainda assim, formar uma combinação incompatível com a tabela fiscal. A correção exige identificar qual informação não representa o veículo real, em vez de procurar um par qualquer que faça a nota passar.
A mensagem documentada é “Rejeição: Código da espécie de Veículo incompatível com o tipo do Veículo. [nItem:nnn]”. Embora mencione a espécie, ela direciona a análise para a relação entre dois campos. Não prova, sozinha, que somente a espécie está errada. O trecho nItem identifica o item a investigar.
O que a J20-20 compara
A NT 2021.004 v1.35, página 14, descreve a J20-20: verificar se espVeic, código da espécie, é compatível com tpVeic, código do tipo, conforme a Tabela de Tipo e Espécie de Veículo. A regra indica modelo 55, NF-e, com aplicação obrigatória e efeito de rejeição na autorização. A linha não apresenta exceção própria nem limitação a uma UF específica.
Os campos pertencem ao grupo veicProd, no detalhamento específico de veículos novos. No XML do item, confira det/prod/veicProd/tpVeic e det/prod/veicProd/espVeic. Compare os valores do mesmo produto, preservando a identificação do item na resposta.
Esse grupo descreve o veículo comercializado, não o caminhão utilizado para entregar a mercadoria. Marca, modelo, chassi e dados do transportador não substituem a combinação fiscal entre tipo e espécie. O escopo documental da J20-20 também não deve ser ampliado automaticamente para NFC-e modelo 65 ou para qualquer mercadoria que tenha alguma relação com veículos.
Existência dos códigos não é compatibilidade do par
A 841/J19-10 verifica se o tipo existe na tabela. A 842/J20-10 verifica se a espécie existe. A 843/J20-20 verifica a compatibilidade entre ambos. São perguntas diferentes.
Por isso, conferir apenas que os dois números aparecem em uma lista não encerra o diagnóstico do 843. É necessário examinar a relação prevista para aquele tipo e aquela espécie. Uma lista do emissor que permite selecionar os campos separadamente não comprova, por si, que o par escolhido atende à tabela fiscal.
Também não conclua que o 843 certifica a validade de todos os demais dados do item. A resposta aponta uma condição a tratar; outras verificações da autorização podem continuar pendentes.
Por que uma combinação indevida chega ao XML
Uma atualização de cadastro pode corrigir o tipo e conservar uma espécie antiga. Em uma importação, os campos podem vir de configurações diferentes ou de associações feitas para produtos distintos. O resultado é um par que nunca foi conferido conjuntamente para o veículo daquela venda.
Outra possibilidade é uma rotina automática sobrescrever um dos valores durante a montagem da nota. A tela apresenta a classificação pretendida, mas o XML enviado usa uma combinação anterior. Sem comparar o arquivo, a empresa pode repetir alterações no cadastro sem alcançar a origem da divergência.
Há ainda o risco de escolher códigos pela descrição comercial ou por semelhança com outro veículo. A categoria utilizada para organizar estoque não é automaticamente a classificação da tabela fiscal. Tipo e espécie devem representar o produto real, com a referência adequada.
Como organizar a conferência
Guarde o XML transmitido, o retorno completo, o ambiente, o horário e a versão do emissor. Localize o nItem indicado e confirme qual veículo corresponde àquela linha. Não aplique a alteração a todos os produtos que compartilham um nome ou uma categoria interna.
Anote lado a lado os conteúdos de tpVeic e espVeic do XML. Compare ambos com o cadastro e identifique a origem de cada campo: informação fiscal do produto, configuração comum ou integração. Essa análise mostra se houve classificação incorreta ou se a solicitação recebeu dados diferentes dos cadastrados.
Depois, confira a documentação e as características do veículo antes de definir qual dado deveria ser informado. Consulte a Tabela de Tipo e Espécie de Veículo aplicável, indicada pela NT no Portal Nacional da NF-e, área Documentos, opção Diversos. Verifique a compatibilidade do par, não apenas a existência isolada de seus componentes.
A planilha oficial capturada em 15/10/2026 contém a aba Tipo. Nas células A14:C15, o tipo 7, micro-ônibus, aparece com espécie 1, passageiro, ou 6, especial. A espécie 2, carga, existe em outras linhas, mas não nessa combinação com tipo 7. Consulte a linha inteira e os campos de vigência, cujas datas não representam o calendário de implantação da rejeição.
Qual campo deve ser corrigido
O tipo está comprovadamente correto e a espécie não corresponde ao veículo. Ajuste a espécie conforme a referência conferida e a realidade do produto. Confira também se a integração preserva esse valor na solicitação preparada.
A espécie está correta, mas o tipo foi associado indevidamente. Corrija a origem do tipo. A redação da mensagem não obriga a alterar sempre espVeic: um tpVeic errado pode produzir a incompatibilidade. Não escolha uma espécie diferente só para manter um tipo incorreto.
O cadastro parece correto, mas o XML apresenta outro par. O suporte deve corrigir a montagem ou o mapeamento que introduziu a divergência. Preserve o arquivo rejeitado e prepare novamente a solicitação pelo emissor. Não altere manualmente o XML já assinado.
Os dados parecem corretos, mas a referência consultada não admite o par. Verifique a versão da tabela e peça esclarecimento ao responsável fiscal e ao suporte. Não substitua por uma combinação aproximada para encerrar a emissão. Se o próprio grupo de veículos novos não corresponde à mercadoria, revise o enquadramento antes de qualquer retirada do grupo.
Exemplo hipotético
Uma revenda prepara uma NF-e de micro-ônibus novo com tipo 7 e espécie 2. Os dois códigos existem separadamente na planilha consultada, mas o par 7/2 não aparece. A documentação do veículo hipotético comprova a espécie passageiro, correspondente ao par 7/1 da linha 14. A equipe corrige a associação na origem e confere o novo arquivo.
Isso não determina a espécie de todos os micro-ônibus: a mesma tabela admite 7/6 para especial. A escolha depende do veículo concreto, e não da preferência pelo primeiro código aceito. O exemplo não é XML completo validado nem transmissão de teste.
Versão e evidência do resultado
O PDF consultado tem capa v1.35, novembro de 2022, e cabeçalhos internos anteriores. A página 6 mantém produção geral em 12/09/2022, com ressalvas para outras regras; a implementação futura da v1.35 refere-se a Z02-10/Z02-20. A J20-20 permanece íntegra na imagem da página 14. Isso não certifica implantação individual por autorizador, UF ou ambiente.
A NT 2026.002 v1.11 contém outra restrição, J01-10/736: NFC-e ou NF-e com DANFE Simplificado Tipo 2, tpImp=6, com veicProd. O cronograma dessa alteração registra produção em 03/08/2026. Essa regra não amplia a 843 ao modelo 65 nem permite retirar informações verdadeiras ou trocar modelo e impressão para contornar o retorno.
Após corrigir, leia a nova resposta e preserve o protocolo e o XML autorizado quando houver autorização. Se aparecer outra rejeição, analise sua condição própria. O desaparecimento do 843 não confirma, sozinho, que a nota foi autorizada.
Confira se a associação corrigida permanece no cadastro ou na integração para evitar repetição. Acione o suporte se os valores da tela e do arquivo divergirem ou se a lista utilizada não puder ser identificada. Procure o responsável fiscal quando faltar segurança sobre a classificação ou a combinação adequada ao veículo.
Fontes e limites
Pesquisa em 16/10/2026, com novas capturas práticas e reuso identificado das primárias de 15/10 lidas nesta rodada 841/842. Não há demonstração de menus ALRA, teste de autorização ou classificação de veículo real.
NT 2021.004 v1.35: PDF e33f067c HTTP20015/10, textos4/5/6/14 inteiros lidos e PNGs4/14 existentes pessoalmente vistos. J20-20Obrig55 íntegra. FuturoZ02 e exceçõesCFOP327 não transferidos à843. Capa1.35novembro versus cabeçalhos1.34/1.33 e controleoutubro preservados. Índice nacional: captura15/10, entrada01/11/2022v1.35 efetivamente lida na pesquisa comum, sem novaHTTP16 alegada.
Tabela oficial de Tipo e Espécie de Veículo: XLSX03c399be HTTP20015/10, abaTipo única, A1:H41 integralmente lida realmente poropenpyxl nesta rodada. A14:C15 contém7/1e7/6, sem7/2;2existe em outras linhas. D3:D41 início12/03/2020 eEsemfim. ReferênciaPortariaDENATRAN681noA1 não é consulta àPortaria. Diversos: capturaad69415/10, entrada da tabela lida sem atribuir data vizinha. Não uso de listas históricas como pares atuais.
MOC7 AnexoI: PDF5eb4cf15/10 p22 inteira lida por texto, semPNGalegado. Schemas oficiais: pacote010f15/10, XSD2bace;ancestrais e declarações completas tpVeic/espVeic lidas, formatos1–2/1algarismos. Não compilação/validaçãoXMLreal.
NT 2026.002 v1.11: PDF72c033/cacheb55f15/10,p3inteira lida ePNG12 pessoalmente visto,J01-10/736Obrig55/65íntegra. Produção03/08/2026 na linha pertinente;14/12somente outras3RVs,não postergação geral. Seiscaches2026buscados843/J20-20/veicProd/J01-10,resultadointeirolido,apenasNT002p3/12; não exaustãonormativa.
TecnoSpeed843: WEB16/10 corpo específico completo22–61 lido,10/04/2025. Título diztempo,corpo tratatipo; erro do título não adotado. tpVeic_J19/espVeic_J20integração própria,nãoALRA. HTTP403 direto preservado separado.
TOTVS843: WEB16/10 corpo específico76–116 inteiro lido,15/07/2025. Cadastrogrupo/rotinasCD9_TPVEIC/CD9_ESPVEIreferentesProtheus/TSS,nãoALRA nem executadas. HTTP403direto separado.
Oobj843: HTTP20016/10 3a21db, corpo específico inteiro da causa àreferência lido,19/09/2024. Par7/2incompatível e7/1passageiro convergecomXLSX; solução nãoé universal, pois7/6tambémadmitido. XML contém tagsmalformadas eoutros valores inválidos,não copiadooperaçãoouXMLvalidado.
Três publicadores específicos efetivamente lidos e cotejados. Busca também encontrou materiais sobre CT-e e uma página que confundia o erro com frete; não foram adotados como diagnóstico da NF-e. Não inspecionadas imagens dos guias, sem uso de seu passo a passo como tela ALRA. Originais e pareceres negativos preservados; não aprovação ou atos antigos herdados. Sem imagens novas, capas ou publicação.