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Rejeições fiscais

Rejeição 713: alinhe o tipo de emissão à SVC realmente acessada

Se a nota retorna a rejeição 713, confira o tipo de emissão declarado e a Sefaz Virtual de Contingência que recebeu o envio. Selecionar “contingência” na tela não garante que o XML e a transmissão passaram a usar a mesma modalidade. O suporte precisa demonstrar essa correspondência antes de uma nova tentativa.

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Capa ilustrada da ALRA: Rejeição 713: alinhe o tipo de emissão à SVC realmente acessada.

Se a nota retorna a rejeição 713, confira o tipo de emissão declarado e a Sefaz Virtual de Contingência que recebeu o envio. Selecionar “contingência” na tela não garante que o XML e a transmissão passaram a usar a mesma modalidade. O suporte precisa demonstrar essa correspondência antes de uma nova tentativa.

A mensagem é “Rejeição: Tipo de Emissão diferente de 6 ou 7 para contingência da SVC acessada”. Este guia foi conferido em 15/10/2026 para o leiaute XML 4.00. O MOC e seu Manual de Contingência foram confrontados com a NT 2026.002 v1.11 e orientação oficial paulista. A revisão documental não comprova ativação atual por UF ou o resultado de uma nota individual. Um código igual em outro documento ou serviço exige sua própria documentação.

Duas SVC, dois valores específicos

A regra B22-60, no MOC Anexo I, página 77, exige tpEmis=6 para a SVC-AN e tpEmis=7 para a SVC-RS. A validação é obrigatória na autorização pela SVC. Não basta que o campo contenha um dos dois números: ele precisa corresponder à SVC efetivamente utilizada.

O campo ide/tpEmis descreve o tipo de emissão. Já ide/tpAmb identifica produção ou homologação. São informações diferentes. Uma nota de produção pode ser emitida legitimamente em contingência; “produção” não é sinônimo de emissão normal. A divergência de ambiente possui validação própria, B24-10, retorno 252, e não deve ser confundida com o 713.

O Manual de Contingência NF-e, obtido novamente do SVRS nesta revisão, descreve que, em produção, a recepção pela SVC depende da ativação pela Sefaz de origem. A indisponibilidade da internet da própria empresa não ativa a SVC por decisão do usuário. Confirme qual SVC atende à UF, a ativação atual e os serviços oficiais pertinentes. Homologação tem condições próprias; seu funcionamento não comprova a ativação em produção.

Por que a tabela cita 55/65, mas a NFC-e exige outro caminho

A coluna de modelo da B22-60 apresenta 55/65. Isso não constitui autorização para emitir NFC-e pela SVC. Na mesma página, a B22-70, modelo 65, determina rejeitar a autorização de NFC-e pela SVC, com retorno 783. O uso operacional da SVC aqui explicado é o da NF-e modelo 55.

Se um cupom modelo 65 chegou a esse ambiente e retornou 713, trocar seu tpEmis para 6 ou 7 não resolve o enquadramento. Investigue o roteamento do emissor e adote o fluxo de NFC-e permitido pela UF, preservando a venda e os documentos existentes. Não converta o cupom em modelo 55 apenas para mudar a resposta.

Confirme a ativação, não apenas o endereço

A página oficial paulista de contingência da NF-e consultada em 15/10/2026 reafirma que a utilização da SVC depende de ativação pela SEFAZ de origem. Isso corrobora a distinção entre indisponibilidade do autorizador e falha da internet da empresa; não demonstra que a SVC esteja ativa agora para qualquer estabelecimento.

No Manual de Contingência, páginas 10 e 11, a consulta de status diferencia 107, serviço SVC em operação, 113, processo de desativação, e 114, desabilitada pela origem. A resposta do serviço e a autorização de uma nota são resultados distintos. Não trate um painel de disponibilidade ou um serviço acessível como protocolo do documento.

Identifique a causa com os arquivos da transmissão

Peça ao suporte o XML enviado, a resposta completa, o horário, a chave e o registro da rota de autorização. Compare esses dados com o estabelecimento, a UF, o modelo e a configuração do emissor. Verifique a SVC efetivamente atendida e não apenas o nome de uma opção na tela.

Também examine a fila e as integrações. Uma configuração pode ter sido alterada depois da preparação da nota; outro processo pode continuar enviando o XML anterior. Registre a versão do emissor e as alterações feitas. O endereço do serviço deve ser conferido na relação oficial atual, evitando copiar URLs de exemplos antigos.

Antes de gerar uma nota em outro modo, procure tentativas anteriores sem resposta conclusiva. A mudança de tpEmis participa da formação da chave de acesso. O Manual de Contingência dedica controles à numeração e à conciliação das notas pendentes para evitar emissões duplicadas. Não suponha que uma comunicação interrompida significa que a primeira nota foi rejeitada.

Corrija de acordo com o cenário comprovado

A emissão era normal, mas o envio foi para a SVC

Se a Sefaz normal está disponível e a operação permanece em emissão normal, corrija o roteamento indevido. Confira a configuração do estabelecimento, o modo declarado no documento e o serviço destinatário. O reenvio deve seguir o fluxo do emissor, depois da consulta de eventual tentativa anterior inconclusiva.

Esperar os servidores estabilizarem pode ser necessário numa indisponibilidade, mas não corrige sozinho uma integração que envia continuamente para a rota errada. Guarde o antes e depois da configuração e verifique o documento efetivamente reenviado.

A NF-e deveria seguir por SVC, mas declara outro tipo

Confirme primeiro que a SVC cabível está ativada em produção para a UF. Se a empresa está realmente utilizando essa modalidade, ajuste a geração para o valor correspondente, incluindo os dados de contingência exigidos pelo fluxo. Faça isso pelo emissor; não edite manualmente um XML já assinado.

Caso o XML declare 6 e a SVC efetiva seja RS, ou declare 7 e a SVC efetiva seja AN, o suporte deve corrigir a combinação. A escolha não depende do menor número de erros, mas do autorizador disponibilizado àquela UF e da situação real.

O documento é NFC-e ou a SVC não está ativada

Para NFC-e, interrompa a rota SVC e confira a alternativa estadual apropriada ao modelo 65. Para NF-e sem SVC ativada, avalie com o responsável fiscal as modalidades disponíveis ou aguarde o serviço normal, conforme a necessidade concreta. Não force um tipo SVC nem altere a UF do estabelecimento para acessar outra estrutura.

O retorno 114 está relacionado à desativação da SVC pela Sefaz de origem. Ele exige análise própria, mesmo depois de corrigido o 713. A correspondência entre tipo e SVC não garante que todas as demais condições estejam atendidas.

Exemplo de falha de integração

Uma distribuidora fictícia prepara uma NF-e normal. Durante a transmissão, uma integração muda a rota para a SVC-RS, mas conserva tpEmis=1 no arquivo. O retorno 713 revela a inconsistência entre o documento e a SVC acessada.

A equipe registra o XML e o envio. Se a emissão normal é cabível, corrige a rota. Se houve ativação da SVC pertinente à UF e a empresa precisa utilizá-la, segue o procedimento de contingência pelo emissor, conciliando qualquer tentativa anterior. O teste da correção compara XML, SVC, ambiente e resposta, sem apenas alternar configurações repetidamente.

Confirme a conclusão fiscal

Examine o retorno do documento, não somente a indicação de lote recebido. Confirme a autorização, o protocolo e a chave correta no ambiente pertinente; depois reconcilie o XML autorizado com a venda. Uma rejeição diferente significa que o tratamento ainda não terminou.

A NT 2026.002 v1.11 documenta a ampliação do domínio de emissão off-line para NF-e com DANFE Simplificado Tipo 2. Essa extensão específica, identificada por tpImp=6, não equivale a SVC nem libera a NFC-e nesse ambiente. Não misture os procedimentos.

Acione o suporte para divergências de geração ou rota e o responsável fiscal quando houver tentativa anterior inconclusiva, numeração ou documento já utilizado. Se XML e SVC comprovadamente correspondem e o 713 continua, encaminhe as evidências ao autorizador. A conferência documental não substitui a confirmação do cenário e da emissão concreta.

Fontes

Documentação conferida em 15/10/2026.

  • MOC 7.0, Anexo I: páginas 10, 77 e 150; B22-60/713, B22-70/783 e B24-10/252.

  • MOC 7.0, Anexo III, Manual de Contingência NF-e: seção 2.1.3, páginas 8–13, obtido novamente em 15/10/2026. A tabela de UFs de 2020 não foi reproduzida como relação atual; confirme a vinculação e os serviços oficiais pertinentes à tentativa.

  • SEFAZ-SP, contingência da NF-e: funcionamento condicionado à ativação da origem. NT 2026.002 v1.11, páginas 3, 7 e 8: ampliação de offline não é SVC.

  • Apoios específicos confrontados: NDD, Omie e Webmania. Não foram adotadas confusão entre ambiente e modalidade, espera sem corrigir a rota ou automação de produto externo como fluxo ALRA.

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