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NF-e

Rejeição 1204: confira a chave anterior inteira, sem trocar apenas o dígito

Na compra governamental, uma referência pode ter o tamanho esperado e ainda apresentar dígito verificador inválido. Ao receber 1204, preserve o XML enviado e a resposta. Recupere o documento anterior verdadeiro e compare a chave completa, antes de alterar cadastro ou repetir a transmissão.

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Capa ilustrada da ALRA: Rejeição 1204: confira a chave anterior inteira, sem trocar apenas o dígito.

Na compra governamental, uma referência pode ter o tamanho esperado e ainda apresentar dígito verificador inválido. Ao receber 1204, preserve o XML enviado e a resposta. Recupere o documento anterior verdadeiro e compare a chave completa, antes de alterar cadastro ou repetir a transmissão.

Trocar o último caractere para fazer uma sequência passar pelo cálculo pode produzir uma referência diferente da original. A prioridade é restabelecer o vínculo documental correto, sem inventar chave, mudar a operação ou presumir autorização.

Mensagem, campo e condição

A mensagem documentada é “Rejeição: DFe referenciado em operação com ente governamental com Dígito Verificador inválido [nOcor:nnn]”. Preserve a indicação de ocorrência junto com o horário, o ambiente e a versão do emissor.

Na NT 2025.002-RTC v1.52, a BB05-70 aparece na página 33 e continua no alto da página 34. Para autorização de NF-e modelo 55, se informada a chave anterior em gCompraGov/refDFeAnt, o controle verifica cada referência e aponta dígito verificador inválido.

O leiaute da página 17 descreve refDFeAnt como chave anterior de 44 caracteres. A ocorrência estrutural 0–99 não libera qualquer quantidade ou presença em toda etapa: outras regras do grupo dependem de tpOperGov. Não retire uma referência exigida apenas para evitar a verificação.

O alvo é a chave anterior, não a chave da nota atual nem o dígito do CNPJ do destinatário. A rejeição 1203, BB05-60, trata de tamanho. A 1204 não é um retorno genérico de consulta pública, evento ou NFC-e modelo 65; a coluna desta regra indica 55.

O que o cálculo consegue demonstrar

O MOC 7.0, Visão Geral, páginas 19–20, descreve o leiaute numérico e o cálculo por módulo 11, com pesos de 2 a 9 aplicados da direita para a esquerda. O resultado considera o resto da divisão; quando ele é 0 ou 1, o dígito é 0.

Essa particularidade impede tratar uma inversão de algarismos como prova universal de erro no dígito: uma alteração pode conservar o mesmo resultado. O suporte pode usar o cálculo para diagnóstico técnico, mas precisa confrontar a sequência inteira com a origem.

Mesmo um dígito matematicamente consistente não demonstra existência, situação autorizada ou vínculo com a compra. O manual histórico não foi tratado como atualização integral das regras atuais, nem seu cálculo numérico foi extrapolado para evoluções de CNPJ alfanumérico.

Prepare a comparação da mesma tentativa

Separe o XML rejeitado, a resposta correspondente e o XML autorizado do documento anterior. Identifique estabelecimento, modelo, ambiente e chave da tentativa investigada. Uma prévia regenerada depois do erro pode não representar os dados efetivamente transmitidos.

Liste as ocorrências de refDFeAnt em sua ordem no arquivo e associe cada uma ao antecedente correto. Use nOcor como indicação do retorno, sem pressupor que corresponda ao índice interno mostrado pela tela. Confira também as demais referências.

Compare três pontos: documento original, informação armazenada e valor do XML enviado. Se a divergência está no cadastro, localize quem o alimentou. Se o cadastro confere e o XML diverge, investigue geração, importação ou integração. Essa distinção direciona a correção e preserva a prova.

Correção conforme a origem da divergência

Digitação ou cópia alterou a sequência. Recupere a chave inteira do documento anterior pertinente e ajuste a associação na origem. Não escolha outro documento para experimentar nem recalcule só o último caractere de uma sequência sem origem demonstrada. Registre o valor anterior e a justificativa da alteração.

Um arquivo intermediário perdeu precisão. Identificadores longos tratados como números podem sofrer arredondamento ou perder posições. O suporte deve conferir o arquivo de origem, a importação e o armazenamento como texto. Acrescentar zeros ou mudar a exibição não recupera informação perdida; volte ao XML original e corrija o processo que a deformou.

A integração reconstrói a chave com dados atuais. Data, série, número ou cadastro podem não reproduzir o identificador do documento autorizado anterior. Peça ao suporte que preserve e utilize a chave efetiva da origem, mantendo o histórico. Não altere emitente, destinatário, produtos, valores ou datas da operação para combinar com uma referência reconstruída.

A origem e o arquivo enviado coincidem integralmente. Confira se o retorno pertence à mesma transmissão e se outra ocorrência explica a rejeição. Reúna a versão do emissor e do autorizador quando disponível. Havendo coincidência comprovada, encaminhe as evidências ao suporte e, quando necessário, ao autorizador competente; não conclua automaticamente que a SEFAZ falhou.

Após o ajuste fundamentado, gere o documento pelo fluxo regular do emissor. Não edite manualmente o XML assinado. Preserve os arquivos anteriores para demonstrar o que mudou e verifique se o novo arquivo contém a referência recuperada, inclusive quando a tela já parecia correta.

Exemplo sem chave fiscal inventada

Em um caso fictício, uma empresa registra o recebimento após um fornecimento a uma autarquia. A associação correta existe, mas o operador copia a chave de uma impressão e informa um último caractere diferente do documento original. A tentativa retorna 1204.

A equipe recupera o XML autorizado anterior, identifica a diferença e corrige a associação utilizada pela geração. Confere também todos os outros caracteres, as demais referências e a etapa governamental. O arquivo seguinte é gerado pelo fluxo regular.

O exemplo descreve uma hipótese de diagnóstico, sem sequência fiscal utilizável, cálculo executado ou emissão testada. Não estabelece que qualquer troca seja detectada, nem que recuperar a chave elimine todas as rejeições ou autorize o restante da nota.

Calendário e limites de aplicação

A base é a captura oficial de 10/10/2026 da v1.52, listada na SVRS como publicada em 01/10. A página 5 inclui BB05-70 na v1.40, com previsão até 01/07/2026 em homologação e 03/08/2026 em produção.

O aviso ENCAT de 05/10, na listagem salva, posterga as implantações enumeradas da v1.52 para 26/10 e 16/11. Isso não comprova suspensão automática desta regra herdada. A releitura local em 13/10 não é pesquisa online atual nem teste de execução por UF, ambiente ou autorizador.

A página 6 distingue validações específicas de IBS/CBS/IS e validade jurídica conforme legislação. Não orienta omitir tributos para evitar controles. Dúvidas sobre etapa, antecedente ou documentação cabem ao responsável fiscal; falhas de armazenamento e geração cabem ao suporte.

Confirme o retorno, não apenas a aparência

Faça uma tentativa controlada após a correção e leia a resposta completa. O desaparecimento de 1204 não comprova autorização. Se surgir outro código, investigue sua regra, preservando os fatos fiscais.

Quando houver autorização correspondente à nota correta, arquive XML e protocolo. Se a pendência continuar, envie ao suporte os arquivos, o retorno, o horário, o ambiente e a comparação documentada. Não continue alterando caracteres por tentativa.

Fontes e limites

Elaboração v2 por IA em 13/10/2026, somente com materiais salvos. Novas revisões própria e cruzada pendentes; nenhuma aprovação emitida nesta elaboração.

NS7 e TaxUp não integram os apoios ativos: seus corpos e atos individuais declarados na v1 não foram recuperados no conjunto disponível. Os registros anteriores e a negativa permanecem preservados e inativos na fundamentação da v2. Não se afirma ausência universal de outros guias, nem confirmação retrospectiva dessas páginas. Sem emissão, teste XSD, certificação fiscal humana ou novo HTTP.

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