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NF-e

Rejeição 1162: a NF-e de débito precisa identificar operação de saída

Ao receber a rejeição 1162, confira se a nota foi preparada com a finalidade fiscal correta e se o emissor gerou o tipo de operação correspondente. O documento foi identificado como NF-e de débito, mas seu tipo de operação não é saída. Essa combinação precisa ser esclarecida antes de uma nova transmissão.

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Capa ilustrada da ALRA: Rejeição 1162: a NF-e de débito precisa identificar operação de saída.

Ao receber a rejeição 1162, confira se a nota foi preparada com a finalidade fiscal correta e se o emissor gerou o tipo de operação correspondente. O documento foi identificado como NF-e de débito, mas seu tipo de operação não é saída. Essa combinação precisa ser esclarecida antes de uma nova transmissão.

A mensagem exata é “Rejeição: Tipo de Operação incompatível com NF-e de Débito”. O termo débito se refere à finalidade da NF-e. Não é uma mensagem sobre cartão de débito, saldo bancário negativo ou cobrança vencida. A empresa deve investigar a identificação fiscal do documento.

O alcance da regra

No texto salvo da NT 2025.002-RTC v1.52, página 32, a B25-120 associa o código 1162 à NF-e modelo 55. A pauta identifica o serviço como “Autorização e regras compartilhadas”. A condição da linha é finNFe=6, finalidade de débito, com tpNF diferente de 1, saída. Essa correspondência foi conferida no recorte textual, sem inferir o modelo pelo número da rejeição. A coluna dessa regra identifica somente o modelo 55. [1]

São escolhas distintas: a finalidade informa que tipo fiscal de documento está sendo emitido, enquanto o tipo da operação identifica entrada ou saída. Uma expressão como “débito do cliente” no financeiro não basta para definir finalidade 6. Tampouco uma simples saída de mercadoria estabelece, sozinha, que cabe nota de débito.

Este diagnóstico vale para a mensagem recebida no serviço de autorização da NF-e. Confira texto, modelo e serviço quando o número aparecer em logs de integração. Um código interno do fornecedor ou de outro documento pode ter significado diferente.

Qual cronograma considerar

As capturas compartilhadas de 10/10/2026 registram a v1.52, publicada em 01/10, e o aviso ENCAT de 05/10. Esse aviso indica 26/10 em homologação e 16/11 em produção para as notas técnicas enumeradas, sem demonstrar desativação geral de regras herdadas. A revisão de 11/10 usou apenas os textos e registros salvos; não houve nova consulta online. Datas documentais não comprovam ativação da B25-120 em cada autorizador. [1–3]

Guarde a UF do emitente, o autorizador, a data e o ambiente da resposta. Esta releitura local não incluiu inspeção visual de PDF nem teste de emissão. A classificação documental de aplicação obrigatória não prova implantação simultânea. Se a rejeição foi efetivamente recebida, investigue a combinação transmitida e os avisos do autorizador correspondente. Não deduza uma exceção ou dispensa apenas de um cronograma de outra regra.

Faça a conferência no arquivo enviado

Preserve o XML rejeitado e o retorno completo. Registre chave, série, número, horário e ambiente. Tenha à mão a orientação fiscal que justificou a nota de débito e os documentos que demonstram o fato a registrar. Isso evita que a pressa para faturar transforme uma correção de configuração em mudança da operação.

Abra a identificação do XML e compare ide/finNFe com ide/tpNF. Descubra se esses valores vieram da tela de emissão, da natureza da operação, de um documento copiado ou de uma integração. Confira também o estabelecimento selecionado. Uma parametrização correta em uma filial não prova que a mesma opção foi utilizada na outra.

Se o emissor foi atualizado após a preparação da nota, verifique qual arquivo ficou pendente. O documento pode conservar a combinação antiga. Atualizar componentes ou salvar o cadastro não garante que o XML anterior foi regenerado.

Correção por cenário

A nota de débito está corretamente enquadrada, mas saiu como entrada

Depois de confirmar o enquadramento com o responsável fiscal, corrija a origem do tipo de operação para saída. A solução pode estar na natureza da operação ou no mapeamento usado pela integração. Evite mudar uma configuração compartilhada sem identificar quais outras operações a utilizam.

Gere novamente o documento pelo emissor e confira se os valores esperados aparecem no XML: finalidade 6 e tipo de operação 1. O nome de uma opção na interface não substitui essa confirmação. Preserve um registro da configuração ajustada para que o suporte consiga reproduzir o resultado.

A finalidade de débito foi selecionada indevidamente

Se o fato deve ser registrado por outro tipo de NF-e, revise a finalidade com a contabilidade. Não classifique uma entrada verdadeira como saída apenas porque a regra da nota de débito pede esse valor. A inconsistência pode estar justamente na escolha de finalidade 6.

Revise os campos que vieram junto com essa escolha, inclusive o tipo de nota de débito. Na página 32, B25.1-10 e B25.1-20 tratam desse preenchimento em condições próprias; não são a B25-120. Corrigir um campo sem conferir seus dependentes pode deixar informação indevida no arquivo. Não substitua débito por crédito apenas por associação com termos contábeis.

Os campos da tela estão corretos, mas a resposta continua

Compare o arquivo realmente transmitido com os dados exibidos. Uma integração pode converter entrada e saída de forma incorreta, assumir um valor padrão ou ignorar a seleção. Peça ao suporte o rastreamento dessa transformação, incluindo a versão do componente e o identificador da requisição.

O ajuste precisa ser feito no fluxo de geração e assinatura. Editar manualmente o XML depois de assinado cria outro problema e impede uma conferência confiável. Não copie parâmetros de outra API sem mapear seu significado. Esta revisão não validou XSD nem comprovou o comportamento de uma integração específica.

Exemplo hipotético

Uma empresa prepara uma NF-e cujo enquadramento como débito foi validado pelo responsável fiscal. Para acelerar o preenchimento, o operador usa um modelo interno oriundo de notas de entrada. O arquivo final registra finNFe=6 e tpNF=0, combinação correspondente ao cenário da B25-120 no texto salvo. O exemplo pressupõe o retorno recebido; não demonstra um teste de aplicação da regra em produção.

A análise mostra que o valor foi herdado do modelo de documento. A equipe corrige essa origem, regenera a nota pelo emissor e confere tpNF=1 antes de retransmitir. Os valores, destinatário e fatos permanecem fundamentados nos documentos da operação. O exemplo não concede autorização para usar finalidade 6 em qualquer ajuste financeiro.

Verifique o resultado completo

Antes de reenviar, confirme a situação da tentativa anterior, especialmente se houve demora ou falha de comunicação. Faça uma tentativa controlada depois da correção. Se aparecer outra rejeição, investigue sua própria condição. Resolver a 1162 não garante que referências, tributos e demais campos estejam corretos.

Considere a emissão concluída somente após conferir a autorização e o protocolo associados à chave correta no ambiente pretendido. Preserve o XML autorizado e seu vínculo com a operação. Registre qual configuração foi corrigida e confira os próximos documentos que usarem o mesmo modelo interno.

Procure o suporte se finalidade 6 e saída já estão no arquivo enviado e a resposta não corresponde a essa evidência. Encaminhe XML, retorno, horários, UF, ambiente e versão do emissor. A contabilidade deve participar se houver dúvida sobre o cabimento da nota de débito, seu tipo ou a forma de documentar a operação. A correção técnica deve seguir a decisão fiscal comprovada.

Fontes

Proposta e revisão própria documental por IA em 11/10/2026, com releitura somente dos materiais salvos. Capturas oficiais compartilhadas documentadas em 10/10/2026 às 15:52:11, horário de São Paulo. Não houve nova consulta online, inspeção visual de PDF, validação XSD ou teste de emissão. Essas provas não recuperam pesquisa ou visão individual antiga nem certificam implantação por UF/autorizador.

  1. NT 2025.002-RTC v1.52, B25-120 e regras distintas B25.1-10/20, p.32; identificação de finalidade/tipos no TXT p.15. TXT p.31 e p.6 lidos como contexto, sem transportar condições ou calendários concorrentes para a 1162. PDF não reaberto nesta etapa.

  2. SVRS, documentos, publicação da v1.52 registrada no manifesto histórico salvo.

  3. ENCAT, aviso de 05/10/2026, trecho do aviso preservado no manifesto compartilhado; sem consulta atual.

Registros práticos adjacentes salvos: TecnoSpeed, panorama RTC e Tax360, comparação de versões. Corpos não relidos nesta etapa; não são três tutoriais específicos comprovados da 1162. As citações da v1 de Webmania, NFE.io e Sankhya foram retiradas por não terem comprovação individual recuperada neste conjunto. Isso não declara inexistência dessas páginas ou ausência universal de provas.

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